

| O valor da morte de Cristo |
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É impossível para os salvos subestimar o valor da morte de Cristo. Jesus Cristo por intermédio de sua morte redentora. A fé cristã é a fé do Cristo crucificado, e como diz James Boyce: “sem a cruz de Cristo não há verdadeiro cristianismo1”. O eminente pastor evangélico J. C. Ryle escreveu que “Se você não descobriu que o Cristo crucificado é o fundamento do livro inteiro, então tudo o que você leu na Bíblia até agora foi de pouquíssimo proveito. Sua religião é um céu sem sol, uma construção sem alicerce, um compasso sem ponta, um relógio sem corda e sem ponteiros, um lampião sem óleo..cuidado, eu repito: cuidado com uma religião sem a cruz 2.” Se a cruz de Cristo é o centro do cristianismo, é de se esperar que a teologia da cruz seja acessível ao entendimento de todos. Cristo nasceu para morrer e fazer expiação pelos nossos pecados. Disse o bispo anglicano Stephen Neill “Na teologia histórica cristã a morte de Cristo é o ponto central da história; para aí todas as estradas do passado convergem; e daí saem todas as estradas do futuro3.” Emil Brunner, no livro O Mediador disse: “Lutero certamente acertou o alvo quando descreveu a teologia cristã..como uma theologia crucis (teologia da cruz)...aquele que entende a cruz corretamente – esta é a opinião dos reformadores – entende a Bíblia e entende Jesus Cristo4”.
Mais uma vez James M. Boyce diz que :“É impossível superestimarmos a importância da cruz de Cristo. Pois se pensarmos a respeito da necessidade da cruz, significado da cruz, pregação da cruz, ofensa da cruz ou o caminho da cruz – apesar de podermos pensar a respeito disto – em todo o caso o que estamos dizendo e devemos dizer, é que a cruz é central para o cristianismo...Sem a cruz de Jesus Cristo não há verdadeiro cristianismo5.”
2.1 Os sofrimentos de Cristo A vida do Salvador foi uma vida de sofrimentos, Ele foi um “homem de dores e que sabe o que é padecer” (Is 53.3). Seu viver terreno foi uma vida de servitude. Jesus foi o único ser humano sem pecado, vivendo no meio de pecadores e num mundo amaldiçoado pelo pecado. O caminho da obediência foi para Ele um caminho de sofrimento. Ele sofreu com os repetidos ataques de Satanás, com o ódio e dureza de coração do seu povo, com a perseguição dos seus inimigos, sua solidão e seu esmagador senso de responsabilidade. Jesus cumpriu toda a justiça (Mt 3.15). Seu sofrimento foi um sofrimento santo (Hb 2.10), e cada vez mais atroz, á medida que o fim se aproximava, pois estava escrito que o Cristo deveria padecer e ressuscitar ao terceiro dia (Lc 24.46; 1Co 15.3-5). |


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